As discussões também abordaram como decisões práticas de gestão, como localização de estruturas, planejamento de trilhas ou organização do uso público, precisam considerar cenários climáticos e possíveis riscos ambientais. Nesse contexto, Juliana Ribeiro, da Fundação Grupo Boticário, destacou a importância de incorporar projeções climáticas futuras no planejamento ambiental.
Já a analista ambiental do ICMBio e coordenadora de emergências climáticas do órgão, Cláudia Sacramento, destacou que a iniciativa representa um avanço importante para a gestão dos territórios diante da crise climática.
“Esse evento é um marco dentro do processo de gestão de territórios, porque nos faz olhar para como as mudanças climáticas estão impactando tanto a biodiversidade quanto o modo de vida das populações e comunidades tradicionais, e como podemos nos preparar para responder a esses impactos”, afirma.