O coordenador-geral do Lageamb, Eduardo Vedor, afirmou que a utilização de drones no laboratório acontece desde 2019 e, atualmente, é a base de praticamente todos os projetos atualmente, dando subsídio ao levantamento de dados acerca de temas como: monitoramento ambiental e territorial, georreferenciamento/mapeamento de imóveis rurais, análises de ameaças e riscos climáticos, conservação da natureza, mapeamento de comunidades e diagnóstico fundiário, entre outros. “Com esse tipo de equipamento, a gente consegue diminuir muito o tempo de levantamento de dados; reduzir para menos de uma semana um mapeamento que levaria um mês. Gerando informações 3D, por exemplo, em uma das bandas obtemos a cobertura da vegetação; em outra banda, a superfície terrestre. Assim, é possível processar e estimar o volume de biomassa, de vegetação que uma determinada área de estudo tem”, enfatiza.
Na prática, essas ferramentas dão suporte a projetos cruciais do laboratório, como o diagnóstico geoambiental de bacias hidrográficas paranaenses, o monitoramento da dinâmica da cobertura vegetal e do desmatamento na Mata Atlântica, e a elaboração de estudos de vulnerabilidade ambiental e zoneamento ecológico-econômico.
Houve destaque ainda para o grande diferencial do Lageamb: o compromisso com a democratização dessa informação. Através de sua própria Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE), baseada em plataformas open source (código aberto), o laboratório disponibiliza gratuitamente para a sociedade camadas de dados geográficos fundamentais para o planejamento ambiental.
Confira outras reportagens:
Mural do Paraná:
https://muraldoparana.com.br/laboratorio-da-ufpr-usa-drones-para-blindar-ecossistemas/
A Rede (Ponta Grossa):
https://arede.info/ponta-grossa/643608/laboratorio-da-ufpr-usa-frota-de-drones-para-blindar-ecossistemas-no-dia-do-meio-ambiente
Diário dos Campos (Ponta Grossa):
https://dcmais.com.br/ponta-grossa/laboratorio-usa-drones-para-monitorar-ecossistemas-de-pg/